quinta-feira, 23 de junho de 2011

Novas fotos do ditador

Um fotógrafo austríaco, Franz Krieger, tirou várias fotos em 1941 nunca antes vistas do ditador. Adolf Hitler aparece numa estação de comboios a aguardar a chegada de Milkós Horthy, regente húngaro. As fotos foram publicadas no New York Times mas pouco se sabe quanto à sua fonte.
A historiadora alemã Harriet Scharnberg idenficiou Franz Krieger como o autor das fotos agora reveladas. O mesmo terá falecido em 1993. As fotografias foram tiradas, ao que tudo indica, no ano de 1941 e revelam o ditador numa estação de comboios.

podes ver mais informações em: http://lens.blogs.nytimes.com/2011/06/22/world-war-ii-mystery-solved-in-a-few-hours/?hp

terça-feira, 7 de junho de 2011

Morreu Jorge Semprun - uma vítima do Nazismo

Jorge Semprun Maura (Nasceu em Madrid a 10 de Dezembro de 1923; morreu em Paris, a 08 de Junho de 2011). Foi um escritor espanhol e político. Jorge Semprún frequentou a Sorbonne. Durante a ocupação nazi da França, Semprun juntou-se ao grupo de resistência comunista Francs-Tireurs et Partisans. Em 1943 foi preso pela Gestapo e deportado para o campo de concentração de Buchenwald, de onde conseguiu sobreviver. De 1988 a 1991 Semprum foi Ministro da Cultura de Espanha e escreveu algumas obras importantes.

Para conheceres meçhor o Homem e a obra consulta:

e podes ver uma interessante entrevista no Youtube:


domingo, 29 de maio de 2011

Opinião II: visita à AR

          Este convívio foi muito agradável, pois facultou a todos nós (alunos e professores) experiências que ficarão para sempre nas nossas memórias. Experiências como a realizada no dia 29 de Abril de 2011, aquando da realização da IV Assembleia Jovem de Baião, que decorreu no Auditório Municipal de Baião, pelas 21:30 horas, que contou com a presença de alguns alunos e professores das referidas escolas, assim como de Vossa Excelência, Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Baião, do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Baião, do Senhor Vice-presidente da mesma e de muitas outras entidades. Nessa Assembleia cada escola envolvente expôs um tema actual para que fosse apreciado pelos membros presentes. No caso da escola a que pertenço, expusemos o tema: “Os Jovens, Conquistas e Desafios Para o século XXI”. Uma outra experiência no âmbito desta iniciativa foi a visita à Assembleia da República, em Lisboa, realizada no dia 12 de Maio de 2011.
A visita à Assembleia da República proporcionou, a mim e a muitos colegas meus, e até mesmo a alguns professores, a possibilidade de visitarem pela primeira vez  este espaço tão carismático do nosso país. Foi-nos possível almoçar nesse espaço e de seguida realizar uma visita guiada, orientada pela Dr.ª Ana (Relações Públicas). Esta levou-nos a ver alguns dos espaços mais importantes e explicou-nos um pouco da sua história. Entre essas explicações houve oportunidade para perceber que o espaço da Assembleia da República fora outrora um edifício religioso localizado no campo. Este foi tomado pelo poder político, devido à legislação feita após a Revolução Liberal de 1820, na qual se extinguiram as ordens religiosas e, de seguida, se nacionalizaram os seus bens. Este edifício, o agora Palácio de S. Bento, mantém o piso da antiga Igreja, isto apesar das obras de remodelação que sofrera. Com o terramoto de 1755 não se desmoronou e um dos seus sinos – que terá tocado sem cessar por esses dias de aflição – encontra-se à entrada, trazendo à memória um período dramático para a cidade de Lisboa, tendo esse edifício funcionado com um autêntico hospital para socorrer os feridos.
Visitamos várias salas, mas destaco aquela onde se realizam as sessões parlamentares dos Deputados da nossa Nação. Mas, para lá chegar, houve que atravessar o corredor dos Passos Perdidos. No início da nossa história democrática, quando alguém queria falar com um Deputado aguardava nesse corredor, muitas vezes esperando horas a fio, andando de uma lado para o outro em desespero…daí o nome atribuído. Hoje, continua a chamar-se o corredor dos Passos Perdidos e ainda com razão se atendermos ao facto de ser o espaço onde por vezes dezenas de jornalistas aguardam por declarações dos Deputados ou dos Ministros no decorrer ou após os debates. Houve oportunidade para observar algumas obras de arte interessantes, ver pinturas que só as conhecíamos dos livros de História e isso foi fantástico!
Foi uma visita bastante interessante e enriquecedora, pelos menos, para mim, a qual agradeço. 

Lucília Mota, 11º ano

Opinião: viagem à AR

Depois de realizada a IV Assembleia Municipal de jovens do Concelho de Baião no dia 29 de Abril, alguns alunos dos três agrupamentos de escolas do município participaram numa visita de estudo à Assembleia da República, em Lisboa, no dia 12 de Maio.
         Esta viagem tinha como objectivo dar a conhecer a “Casa da Democracia Portuguesa” a jovens que se quisessem informar melhor sobre o passado histórico do nosso país, desde as Revoluções Liberais, até aos dias de hoje. Com uma visita guiada por todo o edifício, alunos e professores ouviram com muita atenção as explicações da guia sobre as divisões mais emblemáticas deste e também tiraram as dúvidas que iam surgindo.
         Foi um dia diferente, muito agradável e também muito instrutivo que se passou neste 12 de Maio inesquecível. A nós, resta-nos agradecer á Câmara Municipal de Baião, que proporcionou esta verdadeira aula de história e esperar que se repita por mais vezes.
Alexandre Campello, 10º ano


segunda-feira, 16 de maio de 2011

A escola esteve na Assembleia da República, em Lisboa

No âmbito da iniciativa da Câmara Municipal de Baião, alguns alunos dos agrupamentos de escolas do concelho participaram na IV Assembleia Municipal de Jovens e contou com a estreita colaboração dos professores de História da nossa escola. A iniciativa iniciou-se no passado dia 29 de Abril, quando participaram na Assembleia Municipal Jovem, que decorreu no Auditório Municipal, e se discutiram problemas e anseios dos jovens do concelho e culminou com a visita à “Casa da Democracia”, a Assembleia da República.
Foi no passado dia 12 de Maio que se realizou e nela participaram alunos da nossa escola do ensino secundário da área de Ciências Sociais e Humanas. Tiveram assim, oportunidade de conhecer o edifício onde trabalham os membros da Assembleia da República, a sua história e o seu funcionamento. Viram e compreenderam curiosos pormenores, bem como, sentiram a emoção despertada ao se sentarem nas cadeiras onde vulgarmente vemos os senhores Deputados da nação a discutirem fervorosamente assuntos de interesse nacional. Sentiu-se o pulsar dos corredores, percorreram-se os espaços das mais vistosas cerimónias públicas e, sobretudo, constituiu um momento de grande aprendizagem cívica, social e até política, indispensáveis à formação da nossa consciência enquanto cidadãos. 
Os alunos mostraram-se muito interessados e participativos durante a visita guiada pela Dr.ª Ana (Relações Públicas da Assembleia da República), o que muito apraz os professores e as autoridades camarárias que nos acompanharam: o senhor Presidente da Assembleia Municipal de Baião e o senhor Presidente da Câmara Municipal de Baião. Os professores de História esperam que os alunos envolvidos tenham apreciado a visita e que esta tenha constituído uma mais-valia para a formação enquanto jovens cidadãos.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Florbela Espanca



Flor Bela de Alma da Conceição, mais conhecida pelo nome de FLORBELA ESPANCA, foi uma poetisa portuguesa que nasceu em Vila Viçosa, no ano de 1894, e morreu em 1930, no dia do seu aniversário (8 de Dezembro). A sua vida foi curta, mas trágica. Sofreu vários abortos involuntários, que poderão ter contribuído para o fim dos dois primeiros casamentos que teve. A morte do seu irmão, de quem era muito próxima, também a afectou bastante. Procurou suicidar-se por várias vezes. A terceira tentativa foi fatal. Florbela morreu no dia do seu aniversário, em Matosinhos, onde vivia com o terceiro marido, vítima de uma sobredose de medicamentos. Deixou vários contos escritos, mas notabilizou-se sobretudo pelos seus belos poemas. Muitos deles foram musicados por cantores e bandas musicais:



Nova Figura Mistério

Pistas:

• Interrogada em Fevereiro
• Faleceu de um modo muito cruel
• A actriz Milla Jovovich já lhe deu vida no cinema
• Donald Spot fez uma das muitas biografias
• Venerada por muitos católicos
• É considerada uma heroína nacional pelos Franceses

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Segunda Guerra Mundial - Exposição


Entre os dias 31 de Janeiro e 4 de Fevereiro
Sala A 8 e Auditório

 
Organização: Grupo de História

Dia Internacional em memória às vítimas do Holocausto


O dia Internacional do Holocausto foi apontado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, designando a data de 27 de Janeiro para a comemoração anual em memória das vítimas do Holocausto. Esta data foi escolhida, porque nesse dia, em 1945, o exército soviético liberou o maior campo de extermínio nazi, localizado na Polónia (Auschwitz–Birkenau). Os horrores da segunda guerra mundial deram lugar a um dos fundamentos da carta dos Direitos Humanos, que menciona no artigo 2: «Toda pessoa tem todos os direitos e liberdades proclamados nesta Declaração, sem distinção alguma de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de qualquer outra índole, origem nacional ou social, posição económica, nascimento ou qualquer outra condição».
“Podemos e devemos esforçar-nos mais para que essa esperança se faça realidade”, ressaltou o Secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon durante as cerimónias da comemoração deste dia no ano de 2009 e continuou dizendo: “Desse modo estaremos mais preparados para derrotar o anti-semitismo e outras formas de intolerância”.

Sugestão de filmes sobre o tema:
A Lista de Schindler
A Vida É Bela
O Menino de Pijama às Riscas
Os Falsários
O Pianista
(Entre outros)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nova Figura Mistério


Nota: A segunda pista foi corrigida, uma vez que continha uma informação incorrecta. Pedimos desculpa pelo lapso que vos poderá ter induzido em erro.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Centenário da bandeira republicana

A bandeira da República Portuguesa, um dos símbolos nacionais, faz hoje 100 anos.

Batalha de Moscovo - Foi há 69 anos



A Batalha de Moscovo refere-se à defesa da capital Soviética de Moscovo e à subsequente contra-ofensiva face ao exército Alemão, entre Outubro de 1941 e Janeiro 1942 na frente Leste na Segunda Guerra Mundial.
A 22 de Junho, 1941, a Alemanha invadiu a União Soviética, num ataque surpresa. Destruindo maioria da força aérea soviética no chão, as forças alemãs puderam rapidamente avançar no território soviético utilizando tácticas de Blitzkrieg. Unidades blindadas rapidamente apanharam e destruíram o exército soviético inteiro. Enquanto o Grupo do Exército Norte Alemão movia-se para Leningrado, e o Grupo do Exército Sul movia-se para capturar a Ucrânia, e o Grupo do centro avançava em direcção a Moscovo. A cidade foi alvo dos raides aéreos alemães. A população foi ordenada a construir barricadas nas cidades da cidade, até mesmo na proximidade de Kremlin. O governo soviético foi evacuado para a parte leste da cidade de Kuybyshev, (actualmente Samara), contudo Estaline continuou em Moscovo. Para dar um exemplo da determinação dos soldados e aumentar a moral dos civis, ordenou a organização da tradicional parada militar a 7 de Novembro, para comemorar o aniversário da Revolução, na Praça Vermelha, mesmo sob o perigo dos bombardeamentos alemães. As tropas efectuaram a parada até ao Kremlin e depois marcharam directamente para frente de batalha. Entretanto, o progresso alemão tornava-se mais lento, sendo quase paralisados com as chuvas do Outono, transformando o terreno em poças de lama. Quando o inverno siberiano chegou em Novembro, congelando o piso lamacento, os alemães puderam novamente deslocar-se, mas viram-se frente a frente com o problema da falta do equipamento militar de inverno, visto que Hitler tinha antecipado uma vitória no verão. A camuflagem quente e branca de inverno estava a acabar, e cada vez mais veículos ficavam imobilizados devido às temperaturas tremendamente baixas, abaixo dos zero graus Celsius. De facto, o inverno de 1941-1942 foi notavelmente mais frio que do costume. As defesas soviéticas aumentavam o seu desespero com a aproximação das forças alemãs de Moscovo. Os soviéticos enviaram milhares de recrutas e voluntários, até batalhões de mulheres contra o fogo de metralhadoras alemãs. Foi na frente de Moscovo que se originou o termo Panfilovec: I.V. Panfilov, comandante da divisão soviética 316º de Espingardas, morreu num feroz ataque suicida de infantaria contra os tanques alemães. Apenas uma dezena de soldados gravemente feridos sobreviveram a carnificina; um enorme número de soldados alemães também foram mortos. A 27 de Novembro as forças alemãs finalmente avançaram para a posição mais a oriental que puderam alcançar. Uma força de patrulha avançada conseguiu entrar na estação de metropolitano de Moscovo, com vista às torres do Kremlin, antes de uma força soviética os afastar. A 5 de Dezembro de 1941, Zhukov lançou um contra-ataque massivo soviético contra o exército alemão. A ofensiva teve lugar em todos sectores na área de Moscovo a 6 de Dezembro. As forças alemãs, exaustas e quase congeladas foram afastadas 100 a 250 km a 7 de Janeiro de 1942. Os soviéticos consolidaram as suas posições em Abril, 1942, tendo definitivamente afastado a ameaça alemã para fora de Moscovo. A vitória na batalha de Moscovo providenciou uma importante subida na moral soviética, onde exército alemão perdeu a sua aura de invencibilidade. A táctica Blitzkrieg teve assim o seu fim.


sábado, 20 de novembro de 2010

D. Afonso Henriques

D. Afonso Henriques, filho de um conde francês (D. Henrique) e uma infanta leonesa (D. Teresa), foi o fundador do reino de Portugal. Quando D. Henrique faleceu, em 1112, o filho Afonso, ainda jovem, desejou assumir o controlo do Condado Portucalense.  Para o conseguir, teve de afastar do poder a sua mãe, após a vitória na Batalha de S. Mamede, em 1128. A sua linha de acção enquanto conde de Portucale teve em conta dois grandes objectivos: alargar o condado para Sul, através da reconquista de territórios aos muçulmanos, que se tinham instalado na Península Ibérica desde o século VIII, e conseguir a independência do condado. Este segundo objectivo foi alcançado no dia 5 de Outubro de 1143, quando D. Afonso Henriques e D. Afonso VII de Leão e Castela assinaram o Tratado de Zamora. Neste tratado, o rei de Leão e Castela reconheceu a independência do reino de Portugal. D. Afonso Henriques tornou-se rei. E Portugal nasceu.


D. Afonso Henriques reconquistou vários territórios, incluindo Lisboa e terras situadas para além da linha do rio Tejo (o nosso conhecido Alentejo). Em Coimbra, cidade que privilegiou como centro da sua governação, apoiou a fundação do Mosteiro de Santa Cruz. É na igreja deste mosteiro, junto ao altar-mor, que se encontra ainda hoje o seu túmulo.

Nova figura mistério

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sugestão do filme "A Missão" - 8º ano

A Missão retrata a guerra estabelecida por portugueses e espanhóis contra os membros da Companhia de Jesus (jesuítas) que catequisavam os índios nos Sete Povos das Missões, na América do Sul, no século XVIII. Robert De Niro interpreta o papel de um violento mercador de escravos indígenas, que arrependido pelo assassinato de seu irmão, realiza uma auto-penitência e acaba por se converter em missionário jesuíta. Ele ajuda o líder dos jesuítas catequisadores, Gabriel (Jeremy Irons) a criar um novo mundo em Sete Povos das Missões, mas os portugueses e espanhóis têm outros planos para aquele lugar. Na Europa, o Marquês de Pombal ordenava a expulsão da Companhia de Jesus de território português. O mesmo fizeram os governantes de França e de Espanha. Estes países acabaram por pressionar o Papa Clemente XIV a suprimir a Companhia de Jesus, em 1773. Quando Gabriel se recusa a deixar o que construiu, o exército é enviado para forçá-lo a sair. Um filme empolgante, vencedor da Palma de Ouro em Cannes e que se notabiliza também pela banda sonora épica de Ennio Morricone.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Sugestão do filme "As Vinhas da Ira" - 12º Ano

O filme As Vinhas da Ira, realizado em 1940 por John Ford, retrata a realidade da Grande Depressão dos Anos 30. O realizador baseou-se no livro de John Steinbeck com o mesmo nome, publicado em 1939. Steinbeck conta-nos a história de uma pobre família de camponeses, os Joads, que são forçados a deixar a terra onde nasceram e trabalharam, no Estado e Oklahoma, devido à seca e às dificuldades económicas geradas pelo Crash da Bolsa e pela perda de poder de compra dos agricultores. Os Joads partem para a Califórnia, seguindo os caminhos de milhares de outros "Okies" (migrantes), em busca de terra e emprego. O livro recebeu o Prémio Pulitzer em 1940 e o seu autor foi agraciado com o Prémio Nobel da Literatura em 1962. O livro As Vinhas da Ira é, ainda hoje, uma obra de leitura frequente nas escolas secundárias americanas e nas suas universidades (um resumo do livro pode ser visto no youtube).



A história de Tom Joad e da sua família ainda hoje simboliza a luta das populações mais desfavorecidas. O cantor americano Bruce Springsteen inspirou-se nessa história para compor a canção The Ghost of Tom Joad:

Sugestão do filme "Amistad" - 11º Ano

O filme Amistad é baseado numa história real ocorrida em 1839. Nesse ano, o navio Amistad partiu de Havana para Puerto Principe (Cuba), com um carregamento de africanos, capturados para trabalho escravo. Estes revoltaram-se no mês de Julho de 1839, tendo o navio sido posteriormente capturado pela marinha dos Estados Unidos. A importação de escravos tinha sido proibida, nos Estados Unidos, desde 1808. Por esse motivo, a presença destes homens em solo americano levou a uma disputa em tribunal. A sentença do supremo tribunal, lida em 1841, garantiu a libertade dos africanos que se encontravam no navio.
Ao veres este filme poderás testemunhar a dura realidade da captura e transporte em massa de escravos africanos para o continente americano, uma realidade que marcou toda a Época Moderna e só terminou no século XIX.